sexta-feira, maio 02, 2008

Desaparecida, Joana, Figueira da Foz


Desaparecida, originally uploaded by dassblog.

«Desapareceu

Joana, 13 anos, desapareceu de casa na noite de 15 de Março de 2008-03-15.
Quem vir esta menina, ou tiver alguma informação por favor contacte o número 917800489/ 966359182.»


Recebi há algumas semanas um email com a foto e o conteúdo que divulgo. Fiz o que faço sempre, fui à página da PJ verificar, como não constava, não tomei por séria a mensagem.
Afinal um amigo assegura-me de que é verdade, esta menina desapareceu da Figueira da Foz, e bastará que o desaparecimento tenha sido participado a outra força de segurança para não aparecer no site da PJ.

Vamos divulgar para um final feliz.

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A idade não perdoa...

Há uns anos tinha um cartão jovem para ter desconto no acesso aos parques de campismo...

Agora tenho o cartão nacional de farmácias.

Shuiinnnfff

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quinta-feira, abril 17, 2008

Post do Beijo

DÁ!

quinta-feira, abril 10, 2008

Contributos para a diminuição da dívida pública

O contribuinte que usa offshores é mau.

O estado usa offshores é bom gestor...

Psssttttt: ei maganos, em vez de o estado destruir a droga apreendida não podia traficar a coisa quiçá para a Holanda? Isto é que era receita pública!

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Isto é que são provérbios.

Ora vejam lá a magnífica pérola de sabedoria que eu encontrei e resolvi partilhar como um grande conselho:

«Quando se aperceber de que monta um cavalo morto, a melhor estratégia é apear-se.»

Provérbio tribal do Dacota

P.S. Sabedoria profunda... reparem que os génios não se referiam a nenhuma égua!

dass

quarta-feira, abril 09, 2008

O bom encalhado à casa torna!

Hoje estou oficialmente a dormir com o Papa João Paulo II, munido de anel, como é consabido, e com a Irmã Lúcia. Não, ainda não vos estou a falar de lá de cima, até porque imagino que não partilharíamos o mesmo espaço. Os cotas devem estar nalguma sala VIP a dar na hóstia! Eu de certeza que não passava da sala de fumo, toda contente (hummm), com os restos da folha de obreia.


Vamos por partes (as outras partes). Uma pessoa sai de casa, já entradota, e pensa que até vão sentir a sua falta...
Pelo sim, pelo não, não me fosse eu arrepender, numa casa com cinco quartos a minha mãe resolve logo montar uma salinha no meu quarto. Ela podia ser subtil, mas corria o risco de eu me fazer de desentendida.
Depois de me colar 32 anos não era agora que me ía sentir incomodada, persisti. Mandei descarregar uma cama mesmo na salinha da senhora. Resultado: uns ordinários de uns patos que me enchiam a «mala de enxoval», que supostamente seriam para abrilhantar uma cozinha e dos quais eu me desfiz quando mudei de casa, depositando-os no monte «nem para reciclar», ou «eu ainda sou do tempo em que...» olham para mim com ar vencedor! Três patinhos distribuídos entre... fotografias! Aprendam com a minha desgraça, na mudança de casa o que não quiserem, levem. Parte-se ou perde-se na confusão, mas não vos volta a assombrar.
E é justamente na ala das fotografias, coisa que nunca entrou neste quarto enquanto eu mandava, que temos uma moldura com as duas Santidades. Há alguém que gostasse de dormir tão bem acompanhado? Se é para a loucura... comigo não contam que eu gosto de momentos privados. E se andar aí a caneca com a cara da Lady Di, então é o degredo. Haja ordem neste quarto, que o objectivo é dormir!
Mas não... a famosa caneca não está cá... e eu começo a pensar na subtileza da constatação da minha mãe. Numa casa tão grande, a homenagem aos celibatários logo havia de acontecer no meu quarto!
dass




segunda-feira, março 31, 2008

Coisas do Tuppersex

«O meu é maior do que o teu.»
Podia estar no meio de um balneário masculino, mas não... estava só num carro com um casal proprietário de um brinquedo.
E assim as mulheres se apoderam de mais uma frase que até aqui era um clássico masculino.
E eu que dispensava tanto aquele excesso de informação!
dass

sexta-feira, março 28, 2008

Presente!

Logo pela manhã, entre acusações de ter colocado em coma o blog, ainda me acusam de: «isso de uma por semana ainda não é para a tua idade»!


Ora, pois claramente que não. Mas para ser uma por semana eu tinha de ter um parceiro sexualmente activo... ou passivo, mas com vontade, digo um parceiro.

E dizerem-me que é uma por semana... não é que eu seja perfeccionista, mas tenho de esclarecer que a semana tem sete dias, a dos romanos tinha nove, mas tudo o que passe os 30 é considerado um mês... e aí por diante.
dass
P.S. Pelo sim, pelo não, depois da analogia vou começar a escrever todos os dias!!!!

Figueira Parques e Beneméritos

Os senhores da Figueira Parques deviam presentear-me com uma comissão. Escolhi o escritório num sítio rodeado de estacionamentos a pagar! Não, não é que eu tenha muitos clientes, mas tenho muitos convites para cafés!
Ora a amiga A resolveu visitar-me e omitir a parte do pagamento. Ei, não há nada que enganar, ela viu os senhores do fato azul a passear à porta do café, mas só se lembrou que eles davam autógrafos depois de já ter o envelope no carro. O neurónio funcionou, demorou foi um bocadinho.
Ora, bastou perguntar se os cavalheiros tinham estado a multar que a resposta foi logo «Não tiro a multa!», também ninguém lhe tinha pedido. Mas o moço ficou de peito inchado, o rapaz é todo poderoso porque pode decidir do pagamento de 5 euros!
Mas melhor esteve a A a seguir, ora já tinha a multa, equivalente à taxa máxima de ocupação do estacionamento e pasmem... o que fez a A? Em vez de deixar estar lá a multa porque já não podia ser bi-multada, recolheu o envelope e foi... pôr moedas no parquímetro para pagar o estacionamento!
dass

quinta-feira, março 20, 2008

Coelhinha da Páscoa

Objectos de culto:

Uma almofada em rampa, seda e borbulhas de champagne.

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terça-feira, março 18, 2008

Se calhar já nem é preciso outro mandato!

Qual foi aquela Câmara Municipal em que no seu próprio mandato o Presidente viu alterado o PDM que passou a consagrar a hipótese de construção na sua propriedade?
À mulher de César não basta...
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Porque não devemos ser feitos da mesma carne nem osso

Hoje foi mais um advogado a enterrar, entre familiares, amigos, colegas e, perdoem-me se cometo injustiças, um magistrado e um funcionário judicial.
Quando nesta cidade falecer um juiz fiquem cientes de que entre a quase totalidade dos funcionários judiciais a esgotar o espaço, estarão todos os magistrados e em peso os advogados assim como em peso acompanharão um funcionário à sua última morada.
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sábado, março 15, 2008

A vizinha Espanha

Tenho de partilhar convosco esta constatação simples: os nossos vizinhos espanhóis, na verdadeira acepção do termo, além das outras características irritantes que lhes conhecemos, têm ainda dois enormes defeitos a acrescentar à lista: são invejosos e vingativos! Só assim se justifica que hoje, quando a minha cabeça parece que vai estoirar e eu até era capaz de descansar um bocadinho, os hermanos resolvam investir num furiosos berbequim aqui na parede do quarto encostadinha à minha cama! E nem sei para que se dão ao trabalho, com o tom e a velocidade a que parlam castelhano, se o objectivo era incomodar bastaria falar, escusavam de furar!
Ooopppssss, a menos que já estejam a investir numa obra de isolamento de som! Escusam de mandar a factura que eu não pago!


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Tuppersex

Ai que vida dura, até ao Sábado me marcam reuniões.

Pronto, esta é de Tuppersex, mas continua a ser uma reunião.

Ui, coisa feia, a inveja!

dass

quarta-feira, março 05, 2008

Se calhar nem dói

A PSP não descarta a hipótese de suicídio do jovem encontrado morto no Centro Comercial Colombo com 3 facadas no coração.
Se fossem 4 facadas no coração se calhar já era impossível, mas 3... é perfeitamente possível alguém esfaquear o próprio coração e depois sentir-se cheio de força e «espera aí que ainda lá volto», vai a segunda facada certeira, e «duas vezes e ainda não morri, vou ter de espetar a terceira!».
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P.S. terá sido assim que se suicidaram os neurónios de quem fez semelhante afirmação?

O empréstimo da CMFF

A Câmara Municipal soma e segue... no endividamento, pois claro. Não sejam assim, lá estão vocês a pensar nas despesas de representação...

Acaba de ser aprovado mais um pedido de empréstimo milionário. Alguém o há-de pagar, ou não.

Aqui fica um pequeno aviso: o Tribunal de Contas não é propriamente a oposição interna partidária, nem sequer a oposição (desculpem se o termo ofende) rosa local... já pensaram nisso?
Obviamente que ficamos todos descansados porque se a Câmara estivesse em falência técnica saberíamos.
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P.S. Depois admiro-me de haver quem me segrede «se o meu chefe soubesse que falava contigo já estava na rua!»

Três vezes vitorioso

Na concelhia do PSD figueirense só podia esperar alguma surpresa quem tivesse encomendado um ovo Kinder!
Lídio Lopes sagrou-se vencedor, por vasta margem, e à terceira é de vez!
O Dr. Pedrosa Russo, em tempo de rescaldo da derrota, que é mais da anterior candidatura do que sua, no meu entender, depois de assumir a derrota e a justificar, não deixou de se queixar do comportamento ou falta de apoio e indefinição da JSD. Ora, ora, eu ía jurar que tinha lido no mesmo jornal, a semana passada, que o então candidato até ficava contente por a JSD não se envolver declarando o apoio à sua candidatura. Certamente percebi mal.
A menos que com estas declarações o candidato quisesse dizer que se a JSD tivesse declarado o seu apoio a Lídio Lopes aquele perderia... não está mal visto! Bem me quer parecer que o Saramago ainda vai tramar o Zapatero!
Ai anjinhos, anjinhos, campanha sem jobs? desculpem, obviamente queria dizer sem boys.
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Com papas e bolos...

O PS prepara manifestação de apoio ao Governo, é bom para nos lembrarmos que o populismo não foi uma invenção do Paulinho das Feiras e nem é um exclusivo actual de Menezes, o oco.
Realmente, depois da famosa pergunta que lançou a retórica do Primeiro Ministro, que é como quem diz aquela que é finalmente uma pergunta ou questão que interessa ao país, já nada mais resta do partido do que ser uma sombra socrática.
Ah salva-se o poeta! Mas à conta disso, sacrifica-se o ministro.

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quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Procura-se um suicídio não doloroso e já agora... que não mate!

Meus amigos, hoje o assunto é sério. Falamos de estatísticas, cotações, consumismo e culinária... tudo traduzido por graúdos.
Em primeiro lugar, devo dizer que o «deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer» é uma grande treta.
Quanto à saúde não sei, mas no meu caso, não só não me faz crescer, como ainda por cima me causa uma desgraçada relação de dependência com as televendas!
Foi assim que me tornei na orgulhosa proprietária de um Air o Dry, que entre outras, tem a função de libertar e pôr em evidência Kgs de terra e esterco que escorrem por paredes de azulejo de um quarto de banho aparentemente limpinho... quem disse que «o algodão não engana», não conhecia o Air o Dry... obviamente não me refiro à parte em que a máquina é rápida, à parte da limpeza a seco ou do passar a ferro! Basicamente tem uma bufadeira ruidosa, emite calor e seca umas peças de roupa.
Mas pior, pior, é telefonar às 5 da manhã para uma brasileira de voz sensual para encomendar um utensílio de corte de legumes para saladas e sopas! É triste, mas é verdade.
Resmas de coisas para comprar, ao preço, basicamente, de uma inscrição no clube pinguim, e eu vou comprar um cortador de legumes... PELO MENOS HÁ-DE TER UTILIDADE!
Poder-se-ía dizer que a culpa deste consumismo é dos dados de uma estatística publicada pela revista Focus, do grupo Impala (o nome do grupo é este e não fui eu que escolhi!), que diz que mais de 40% das mulheres portuguesas pratica menos sexo do que o que desejaria. Ah e tal... machos latinos... dor de cabeça... pois, pois, pois....
Contudo, eu não estou assim a bater tão no fundo... estou mais abaixo ainda. Tanto, tanto, que não tarda vejo o sol da Nova Zelândia, Austrália, Fiji, nos antípodas de Portugal... porque não haveria fundo que chegasse se se dissesse que se se quer um abraço e dar mimos e até quiçá um alimento de chocolate... e se ouvisse «Eu já comi torradas e bebi chá, vou dormir!»
Pronto... há quem seja mais bolos!!! Também há quem seja mais «queres ir fazer leite creme agora?»
Um crime assim teria de ser punido com prisão e escuridão.
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De preferência ilegal!

Anúncio publicado nos Classificados de Diário de Coimbra (Aveiro, Leiria, Viseu), de 2de Fevereiro de 2008
«AMA INTERNA ilegal ou não, p/ cuidar 2 crianças (5 e 6A.) 2 folgas/semana.
Telm. 914058411»
Se estiverem «legais» mandem o vosso curriculum... se não aparecer nenhuma ilegal pode ser que se safem!
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terça-feira, fevereiro 19, 2008

E para grande surpresa... nós estivemos lá!

No Sábado à noite havia tanta coisa para fazer... que eu resolvi ficar em casa a... queimar Leite Creme! Nem mais.
Mas às 4H30... não resisti, foi mais forte do que eu. A culpa foi do telemóvel, e lá fui ao Bergantim, literalmente de lanterna na carteira. Sim, não é só o Castilho que tem uma lanterna amarela, a dele só é maior, porque é invejoso!
À porta, cartão amarelo! Ora bolas, ainda nem sequer entrei em campo e já estou a levar falta... irra!
Proximidade da pista, boas vistas, (um bocadinho com cara de alvo, confesso), boa música (não estava excelente porque não passou o Plug in Baby, vou ter de me algemar em manifestação de pedido de música???), e lá estavam as minhas amigas, a abrilhantar a noite... excepção feita ao casalinho, que foi para casa... Hummm e já ficamos a saber que outro casalinho fez aquisições que nos faziam tanta falta, e não trouxe nada para as meninas! Está mal! Vamos voltar à lista de encomendas!
Ora, mas as amigas além de lindas, estavam certamente a portar-se mal, sim, que mal eu cheguei já estavam vigiadas pelo segurança... não se pode deixar as moças sozinhas, quer dizer, sozinhas com JB. A prova de que cheguei tarde é que já íam na fase: uma garrafa de água para cada uma... uiiiii
Mas quem fez estragos fui eu, que ao recuar devo ter partido a perna a uma menina que ía a passar, o salto era grande, eu não vou para pluma... ela conteve-se e não me mandou para a quinta casa, mas o balãozinho por cima da cabeça da sua cabeça era só caveiras, nuvens negras, raios, bombas. Sempre podia ter pensado pelo lado positivo: eu permiti-lhe testar que não sofre de osteoporose.
Pronto, lá veio mais uma praga até à terceira geração. Não são bem as gerações vindouras que me preocupam, porque eles descobriram o relógio biológico, não a máquina da história biológica. Mas preocupa-me qualquer outra praga na minha existência, convém não abusar, que isto já anda crítico. Vão para a fila.
Quanto à longevidade, há sempre uma esperança. Hoje ouvi uma senhora que dizia que o bisavô tinha morrido aos 104 anos e de desastre, em Montemor... e pensei eu: aposto que ía a ultrapassar a morte! Mas não, porque a julgar pela idade da bisneta, o acidente não deve ter sido rodoviário, aposto que foi a primeira tentativa de descoberta do fogo que correu mal!
Voltando ao Bergantim (eu volto sempre ao local do crime) a cotação da amiga P estava em alta... até ficava nas fotos que não eram para ela. Segundo a amiga A, ao encosto que por ali esvoaçava só faltava dar um chuto no puxo!
Podemos só intervalar para eu perguntar quem é que sai sem se arranjar ao Sábado à noite? Só se for numa emergência! E mesmo em caso de uma emergente vontade súbita de ir ao Bergantim, a malta tem o cuidado de se maquillar antes de deitar, para depois não perder tempo (escusam de vir com o: se a maquillagem é para ficares mais bonita, porque é que não ficas).
Fiquei num sítio bom... pelo menos para quem estava à minha frente aos saltos, para quem a pista de cada vez que aterrava tinha a textura mole dos meus pés! Amiga, a cota aqui já não pula... mas ainda anda, com esforço, sem bengala, dá para continuar assim? Eu sei, que qualquer dia chego ao Bergantim e está lá um letreiro a dizer que é proibida a entrada a pessoas maiores de 32... Eu entro! Prendo o ar numa inspiração profunda e grito «Eu saio ao pai, basicamente uma tábua de passar»... vocês amanhem-se!
A A foi nitidamente atropelada por umas papoilas saltitantes, eu ainda ía pedir a protecção do segurança, mas o pobre foi igualmente atropelado...
Como não há caderneta sem cromos... não me estou a referir ao clone! Não. Estou a referir-me ao cromanhon mor da parada, que se encontrava em grupo, porque este espécime desenvolve-se em manadas (peço desculpa, isto não é uma generalização, são casos isolados, não é coisa que se propague pelo género! ufa, acho que me safei!)
Ora, dizia eu que um moço de sotaque forçado e aspecto standard (aposto que era menino de juventude, avançada, partidária...) disse que não resistia a ter de me conhecer. Sim, ele estava obviamente alcoolizado, já que perguntam.
Pois, parece-me que a resposta a este repto é clara «vais mesmo ter de aguentar, porque eu vou dançar).
Mas uma das caracteristicas cromáticas é a persistência, isto obviamente, depois de tentar o mesmo discurso tendo um único critério apertado «tudo o que mexe».
E lá vem o espécime dizer que só de olhar se sente apaixonado, o que não lhe acontece há muito tempo (ui às vezes 30 segundos conseguem ser tanto tempo, eu que o diga, só de ter de te gramar!).
Mas será possível que esta conversa funcione com alguém? Oh meu caro cromo gelatinoso, achas mesmo que as mulheres na Figueira são todas acéfalas, que acreditam nessas balelas, se sentem profundamente agradecidas por o príncipe encantado ter chegado e te proporcionam uma fantástica noite de cama?
Ora... a tua conversa está um bocadinho abaixo dos níveis aceitáveis para a considerar má. E olhando para ti, não há qualquer dúvida de que és o príncipe encantado, digo, enfeitiçado... sim, porque até acho que terias mais sucesso se dissesses «estou em versão sapo, mas ao fim de alguns beijos, viro um príncipe!»
Obviamente, o teu sucesso, ainda assim, dependeria da quantidade de álcool da bebida em que a menina fosse dar muitos, muitos beijos.
Às seis, desta vez contra vontade, amarrada, lá vim para casa... A A resolveu arrastar toda a gente de lá para fora... bastaria a menina gastar as manhãs a dormir, para nos deixar desfrutar mais um bocadinho do som!
P.S. Onde está o R? Calças brancas?
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segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Para mim: Quinta de Santar ou Cabriz, por favor!

Andava com a ligeira sensação de assalto de cada vez que chegava a conta das Águas da Figueira, sim, porque raio hei-de pagar de dois em dois meses cerca de 25 a 29 euros se não tomo banho no escritório, não lavo roupa ou louça por lá, e nem a água que bebo é da torneira?
Hoje, finalmente, resolvo olhar para as parcelas descritivas:
Consumo de água = €1,19, tal como eu esperava, baixo.
Saneamento = €0,59
O que significa que a minha conta de serviços/consumo não ascende a dois euros. Onde estão os outros 23? Resposta: 15 euros e uns trocos de taxa de disponibilidade e sete euros e qualquer coisa de Taxa de Resíduos Sólidos Urbanos.
Fiquei feliz, para dois euros de serviço, pago 23 euros de taxa!
Ah e só para pagarmos conscientes de que estamos mesmo a ser chamados de muito estúpidos: a Taxa de Disponibilidade substituiu o chamado «aluguer de contador», que foi considerado um abuso sobre o consumidor. Muda-se o nome e já está!
dass

3 anos do mesmo

A maior catástrofe em Portugal é a política, dizima-nos a todos e permite que, sem excepção, políticos se façam de vítimas, despudoradamente.
E cá temos Sócrates na TV a escolher as perguntas, a responder bogalhos repetidos (aliás não houve medida enumerada que ele de seguida não repetisse de forma resumida e organizada para reforçar a ideia), a debitar números decorados de forma impressionante e, já todos percebemos, o assessor em alta é o que anda a resumir discursos, chavões, estatísticas e exemplos americanos.
Se Sócrates se solta (salvo seja, que o que fedia era a conversa) e diz «não acho que haja mais abusos no fisco do que havia no passado», está tudo dito!
O homem diz que é cedo para dizer se se recandidata a Primeiro Ministro, se eu acreditasse nisto, teria sido a melhor notícia do dia!
dass

sábado, fevereiro 09, 2008

Bergantim

Ora, ora... há muito tempo que estou em casa.



Falhei a reabertura do Studio Bergas, e hoje a noite perfeita passava por mais tempo em casa, muito mais, tempo especial, sem tempo para me queimar em velas!


Mas como claramente isso não vai acontecer (ou mesmo sem ser claramente, às escuras ou à media luz), espero, no mínimo, estar às 4 da manhã no Bergantim!


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Vá, apareçam e digam que vão da minha parte!


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Eu até gosto

Está uma mulher descansada, sem sequer se meter com uns cirurgiões e fica a saber que há por aí deles que acham que a Dass não gosta de homens.
Opppssss
Eu bem digo que emito os sinais errados.
Vejamos: eu sou uma criatura inteligente -sim, e modesta! -, mas não sou assim tãooooo inteligente.
Hummm ainda pensei ficar preocupada com o comentário, mas depois lembrei-me: ah, ainda se o comentário viesse de um cirurgião com direito a incentivo para transplante...
Ei! atenção: não quero com isto dizer que queira que me transplantem alguma coisa cilindrica e inútil.
P.S. o post não tem som, mas eu dou uma ajuda:
E agora todos juntos a cantar uma grande canção
Vamos fazer amigos entre os homens,
amigos desses não são de mais na vida.
Brincadeirinha.
dass

Kahlua Rosa

Esta semana fui tomar café ao Kahlua, aliás, confesso que desde que me disseram que à noite, por lá, era possível encontrar aquecedores na esplanada e mantinhas sobre as pernas... fiquei roída de vontade de lá ir!
Mas, eu fui lá à tarde, aproveitar o Sol e a falta de vontade de voltar para o escritório.
Ora, se um anónimo já tinha informado por aqui que a bebida que acompanhava o café não era ginginha, não tinha feito o favor de me precaver para «aquela bebida», mas o que é aquilo? Quero de volta a bebida anterior! Ía morrendo! Ahhhhrrrggggg a coisa devia ser servida com uma caveira com dois ossos cruzados por cima e um símbolo de proibição!
E a minha nata onde está? Eu agradeço os beijinhos, mas de côco? Shuuuiinnnfffff!
Mas recebi um convite para uma festa de inauguração! Ora, ora, adoro receber convites. Como Kahlua «Rosa»? Não comento! Eu também tenho um nome horrível! Cada um com a sua cruz... Inauguração com Paulo Fragoso. Dia? 14!
Amigos, convite para uma festa dia 14? Já não bastva quererem matar-me com a bebida?
Hão-de ter muitos amigos assim!
dass

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Fondue de Chocolate... negro!

Mais um Sábado à noite em casa e se os mimos não vinham, mimei-me eu.

Gel duche de chocolate, creme de chocolate, óleo perfumado de chocolate e velinhas acesas.

Depois um ataque súbito de inteligência cautelosa e antes de adormecer resolvo apagar as velas... não há nada como evitar acidentes domésticos!
Descobri que sou o lobo mau da história dos 3 porquinhos! O que é bom! Desde logo porque me exclui da família dos suínos! Então não é que o sopro foi de tal forma forte, que se eu me queixava que era Sábado à Noite e não aquecia, a cera da vela resolveu fazer-me a vontade! Sai um aquecimento extra para cara e decote (para a próxima dormes de gola alta que já não precisas de aquecer!)
O bom de não se ter espelhos em casa é que só descobrimos que estamos a prestar homenagem ao ditador de Jacarta com a criação de um arquipélago de muitas ilhas escuras mesmo no trombil e no decote, no dia seguinte, depois de orgulhosamente exibirmos o resultado da fritura em pleno café! Se sem manchas isto já era díficil... agora é que o vidraceiro não me apanha o dinheiro dos espelhos!
Tudo isto porquê? Por causa da mania que eu tenho de julgar que sou fina... lá porque estava coberta de chocolate, eu bem experimentei, mas não gostei de me sentir fondue!
Gosto muito mais de mimos sem chocolate, sem velas e até mesmo com água gelada a seguir. Aquece, mas não queima.
dass

Podemos remodelar o Primeiro?

Dass, toda a gente fala da remodelação do Governo e eu ía ficar em silêncio??? Nada disso.

Falemos de política, de política a sério, daquela que interessa e que já é de ontem, porque o tempo não dá para tudo.

1.º Fui só eu que reparei que o risco ao lado do cabelo de Paulo Portas estava um bocado... ao lado? Irra, que uma mulher fica com azia cerebral a tentar perceber se a madeixa tem outra cor ou se é reflexo e se aquela melena está ali para tentar tapar as entradas a um porta F16!
2.º É evidente que o Ministro Pinho só podia ser o pai do choque tecnológico. Ouvi-lo na SicNotícias naquela voz monocórdica dá vontade a qualquer um de lhe dar um choque... será que sob descarga eléctrica ele mantém aquele tom inalterado e sonolento?
3.º Isabel Pires de Lima sempre afirmou que não era remodelável! Está visto que tinha algo em comum com Sócrates, ele também fica na história por contar muitas estórias.
4.º Agora que o Blair tem mais um tacho privado, por favor, guardem lá um cargo na Europa para levar Sócrates daqui para fora...
5.º Eu não quero ser má. Mas o Joe resolve dar com a boca no trombone e puxa a máscara ao BCP, o Banco de Portugal falhou, mas o presidente assobia para o ar e não larga a cadeira... o Joe queixa-se do negócio de arte que fez com o estado e acusa-o de não lhe pagar, a ministra do negócio sai e entra justamente um mais mais do museu Berardo.
Avisamos o ministro da agricultura de que o Comendador também conhece gente do meio vinicula.
dass

segunda-feira, janeiro 21, 2008

BNC (Não é o banco... quer dizer, também podia ser BNB)

Há desafios na blogosfera que ainda me surpreendem. Fui então nomeada para o desafino BNC, que é como quem diz, Boa Na Cama. Já tinha cheirado o desafio na blogosfera, gargalhado no Cú do Mundo e estava sentir-me virtualmente abstinente, até que o Rato me lança o desafio com as seguintes regras:
As regras do desafio:
Nomear 5 bloggers que imaginem que sejam bons na cama.
Explicar o que é, para o blogger, a definição de "bom na cama".
Possibilidade muito bem aceite de desenvolvimento da definição.
Deixar um comentário no blog dessa pessoa para que saiba que foi nomeada.
O ideal será escrever: "Acho que és bom/ boa na cama. Desafio-te no meu blog...", mas poderão ser mais comedidos.
Não podem ser nomeados: Os autores do desafio: Bad e Ervi. Pessoas que se conheçam pessoalmente. Pessoas que não conhecem pessoalmente, mas com as quais já estiveram na cama.
Ora bem... se fui nomeada é suposto que eu diga se sou ou não boa na cama.
Aqui era a parte em que eu usava a piada de «para quê limitar as opções geográficas», também podia falar na acepção de «boa» em sentido ético... deixemo-nos de tretas.
É para falar de sexo, certo? Puro e duro, certo?
Pois bem, sem querer abusar nem humilhar... digamos que aqui, onde não me vêem, na cama, na escala de 0 a 20 de boa, sou uma verdadeira Madre Teresa de Calcutá!
P.S. Lá estão vocês, eu sei lá se a Senhora escolheu esta cidade por acaso!
P.S. 2 Eu até nomeava Blogger Bons Na Cama... convenhamos eu também tenho um blog... ou esses bloggers vão ao blog de 22 em 22 dias (hoje é dia 22 e o último post do dass foi a 31 de Dezembro) e nesse caso são FANTÁSTICOS na cama, mas não têm tempo para ver o desafio, ou efectivamente vão ao blog, vêem o desafio... mas QUEREM ENGANAR QUEM? HUM?
dass

Outdoor

Como sou contra a poluição visual, só posso louvar a iniciativa da Câmara da Figueira da Foz ao aprovar critérios estéticos para os Outdoors.

Resta saber é quem é que define os critérios... mas antes de criticar tenho de dar os parabéns aos políticos que aprovaram a medida. Um verdadeiro exemplo!

Sim, senhor! Não, não estou na reinação. Pensem comigo: se aplicam os mesmos critérios estéticos dos outdoors publicitários aos outdoors propagandisticos nas próximas campanhas eleitorais não há fotografias destes senhores a poluir a cidade! Grande medida!
P.S. Antes de me virem insultar fiquem a saber que eu não tenho a mínima intenção de ter a minha cara em fotos gigantescas, até porque como já disse se isto é mau ao natural em foto é sempre perto do terror, e até vivo numa casa sem espelhos. Não há nada como a consciência... ou ainda não ter contactado o vidraceiro.
dass

Eu quero saber, posso?

Coisas realmente importantes:

1.º Tem havido trovoada frequente no Bairro Novo, ou é só tráfego aéreo especialmente barulhento? É que, como sou racional, tenho mais medo de trovoada do que me caia um avião em cima. Conclusão: gosto de peso, mas não de muito barulho!
2.º Quantas calorias têm 25 Mon Chéry? Ooopppsss 24
dass

Ainda mexo

Ora, ora, ora... e não é que me passou a preguiça de 2008???!!!!

Desculpem lá, mas eu também gosto de me sentir desejada, assim para variar!

Está oficialmente inaugurado o Dass em 2008!

Vamos lá a isto que agora já ninguém me cala e tenho muitas coisas para contar e para perguntar.
Fica bem perguntar se passaram bem o ano, eu teria passado melhor se não fosse a estúpida superstição, lá tive de me levantar da caminha às 23H59, mas voltei às 00H01, que 2008 é o ano de «acabaram-se os fretes».
P.S. Já agora agradeço que também não me façam fretes a mim!
Dass

segunda-feira, dezembro 31, 2007

2008


2008, originally uploaded by dassblog.

Feliz 2008!

Que aconteça essa qualquer coisa que vos faça felizes e se é o sofrimento que nos faz crescer... como eu sou egoísta e tenho muito pouco mais do que um metro e meio, espero que não cresçam nem um centímetro mais.

dass

terça-feira, dezembro 25, 2007

Frio

Tem estado um frio de rachar, o que é incompatível com grandes saídas. Se calhar a culpa também não é só do frio, mas era uma desculpa boa. Experimentem lá levantar da cama às 4 da manhã para ir ao Bergantim e vão ver se o frio não pesa na decisão! Mas quando há boas razões...
Já que pensam que passo lá a vida... tenho más notícias. Falhei o aniversário do Bergantim e ainda não digeri o facto de os sócios do Bergas não terem guardado uma tacinha daquela marca famosa de plásticos com uma fatia de bolo para mim! Não há direito. A bebida eu dispensava... mas uma fatia de bolo?
Mas há dois Sábados atrás, quando a sede já apertava e a água não se aproximava... eis que arrisco sair depois das duas, para um frio siberiano, para uma ida, que já não passou pelo Studio, mas saltou pelo Zeit, Coktail e Bergantim.
Por onde começamos? Podemos sempre começar pelo empregado do Zeit importado do Coktail... até podia ser simpático, ter perdido aquela implicância na mudança de estabelecimento comercial, se não fosse o facto de o Zeit ter... cadeiras, bancos, poltronas... o que quiserem! Eu aposto que o senhor até sonha com a disposição da mobília. «Não podem estar aqui estes sofás! Sente-se na janela!» Alguma alma menos avisada até podia achar que o homem já trabalhou na capital Holandesa! Sento-me na janela quando quero! E convém não apertar muito as minhas amigas em noite de JB cola!
Mas até estava agradável... e as mensagens eram tão tentadoras... shuinnnfff, desde quando é que só se dão abraços até às 3 e meia da manhã? Protesto!
Em contrapartida, um amigo, amigo especial de uma amiga, resolve vir à mesa esbanjar o seu charme, e para não dar muita bandeira quanto à presa, fica ao pé da mais inofensiva... eu! E enquanto o alvo beneficiado aproveitava as partes boas, eu fico de frente para outra pretendente do moço, a ser brindada com quantas pragas havia... é triste! Estou inocente, estou inocente... envia lá essa praga ao alvo certo! dass! O pior de tudo é que já não é a primeira vez que isto me acontece. Um dia passamos pelo rapaz, e eu muito simpática para proporcionar um bom momento à amiga, cumprimento o amigo especial dela de forma muito efusiva. Achei algo estranho no facto de ela continuar a andar comoum simples olá. E pensei eu: comeu e deu indigestão?
Não! Mesmo à frente, lá estava uma candidata a candidata, de olhar mortífero... mais sete pragas em cima de mim, porque a amiga especial, que viu a praguejante a tempo, nem prestou cartão ao moço! Estou inocente, estou inocente!
Resultado: sou um autêntico expiatório! Sim, expiatório... esqueçam lá a parte do bode que isto está mau, mas as pragas que transformam pessoas em animais estão nos filmes. Isto também ainda não está assim tão mau! (Mas já faltou mais: este Sábado fiquei a ver o Nemo na TVi e se isto já era mau... somem o facto de ser trocada pela operação Triunfo!)
Já que a coisa estava a bater no fundo: fui ao Coktail! A comida continua em tamanho XXL, o tempo de espera XXLL, e o ambiente continua aquela coisa estranha... excepção feita às funcionárias, que são lindas!
Paragem seguinte: Bergantim! O amigo R resolveu abandonar as meninas à porta, não se faz! Como é que se pode resistir, estando ali tão perto? E escusa de vir aqui reclamar, que ele já admitiu que até ele já foi contaminado pelo vício.
A música estava excepcional... E a coisa até estava a correr bem. Até que um casalinho resolve vir justamente brincar aos empurrões com a amiga P. Ora, ora... Ainda hoje estou em crer que o JB tem efeitos pacificadores... podiam distribuir nas cimeiras de Paz.
E logo a pequena, que estendeu os empurrões às amigas, tinha uma mala no braço igual a uma minha (miserável, nem 50 cêntimos tinha para o bengaleiro)... com uma diferença a minha é o triplo e tem, de certeza, mais 50 kgs de porcaria lá dentro! Vai um duelo? Empurras-me mais uma vez com essa miniatura e eu vou buscar a minha mala a sério e ensaco-te a ti e a esse chicken little a que chamas namorado... Há lá tanto lixo que nem se vai notar a diferença.
Porque o ambiente estava variado, havia criatura especial, gente normal, gente gira, mulheres de olhar caçador (giras, também), homens de ar esfomeado e o famoso zundap famel club.
A amiga A está preocupada com a possibilidade de eu ficar com uma doença renal e exigiu que eu deixasse de beber água. Não se contraria uma mulher que consegue dançar a imitar o pai natal comprado na loja dos chineses, com os bracitos no ar! Venha de lá essa coisa cor-de-laranja. Não é Safari, é só sumo de laranja!
Momento alto da noite é ficar sozinha ao pé de um grupo de desesperados. (Claro que na versão do Castilho é ir à mesa do DJ rodar um botão... eu confesso que rodinhas em mesas também me intrigam! Castilho, amigo, estou contigo!) Tudo porque uma amiga foi conversar com um ponteiro para sul e a outra foi falar com um neurónio e meio só para irritar uma, duas, três almas perdidas!
Vamos lá ver se nos entendemos: se estou a olhar noutra direcção, estou a ignorar-vos, certo? A frase do fim-de-semana, de acordo com a amiga A, era: «Não usa, desocupa!». Ora... eu estou a descocupar! Andei à procura do jogo dos monstros mas era para oferecer ao meu sobrinho! Uma mulher, numa pista, dança porque gosta da música, eu sei que é dificil compreender, mas não é nenhum ritual de acasalamento! Sei que isto é um bocado desengonçado, mas a idade não perdoa.
Eis que as amigas regressam, na hora certa (lá ficaram dois pequenos tristes, mas eu fiquei contente!): Plug in Baby, Muse, seguido de Placebo, Bitter End, hummm perfeito! (Eu confesso que ainda tenho esperança de ouvir When your heart is weak, hahah, mas não pago o prejuízo se a casa ficar vazia!). Ora, onde é que as regressadas encontraram lugar? A, P, aí não... era escusado, mesmo à frente do gay, pronto, do metro... tão metro, tão metro que deu kulómetro! Ninguém merece! Não sorrias rapaz, somos 3 amigas, e se tu entrasses ficavamos 4 e isso já era muita mulher, já disse que só te aceitamos como amiga quando deixares de fazer o número do macho para cima de mim! Eu sou hetero.
Então não é que o casal Chicken Little e menina do saco resolve reaparecer? Mas como é que duas coisas tão pequenas podem incomodar tanto? A menina estava apostada em provar que podia provocar porque o macho a defendia... e o macho estava a fingir que estava alcoolizado porque percebeu que um sopro feminino mais forte era capaz de ter nele o efeito de um tornado. E como a roupa até ficava larga no seu corpito de franguito... ía de vela! A amiga P estava quase a enviar o casal para Barcelona! A amiga A, que investe em segurança, pacificou os ânimos. Resolveu usar psicologia... ela sabe que o efeito é bate, por favor, mas sermão não! A psicologia não falha.
Que a A não gosta de café já sabemos. Que uma dor é uma doença grave, e que qualquer desarranjo tem explicação em algo que estava estragado, ou tem de ser uma reacção a um produto novo, diferente, etc... também. Mas que a partir do 3.º Whisky o JB do Bergantim era diferente... Era, A, pois claro que era: era mais!
Apesar de a música estar boa e a vista melhor ainda, tornou-se impossível dançar quando o pior micro-cromo do espaço passou a olhar para uma parte da minha anatomia com ar de esfomeado, de regresso à infância e a ver em mim uma figura materna, da qual teimava aproximar-se. E eu, que pensava que estava imune, depois de ter ouvido que «no fundo, és mulher»! Bem, o cromanhon entrou em regressão e eu vim de regresso a casa. A noite tinha sido boa, melhor não estragar. (Perto de mim as amigas podem estar descansadas, serão brindadas por vários olhares interessantes, porque este íman para o refugo não se explica: é um dom!)
Venha a água, o abraço, a mensagem, o estar perto. Vou dormir.
dass

Pai Natal


Pai Natal, originally uploaded by dassblog.

Feliz Natal!

Trocos!

A agência Cunha Vaz foi contratada para cuidar da imagem do líder do PSD, Luís Filipe Menezes, que, sem pruridos, (em entrevista ao Expresso) responde à pergunta sobre os honorários a suportar mensalmente pelo partido: «Pouco: 25 ou 30 mil euros por mês.»
Ou Menezes ainda não tem noção do valor do euro, só sabe pensar em escudos, ou realmente acha que só um milagre pode salvar a sua imagem... pouco? pouco? Num país onde o salário mínimo nacional se fixa em €426???
A melhor notícia deste Natal foi a de que Sócrates vai de férias... há sempre uma ligeira esperança de que não volte! Ele gostou tanto da experiência à frente da UE, por favor arranjem-lhe lá um tacho e levem-no daqui!
dass

domingo, dezembro 16, 2007

Gangue da TV

A SIC acompanhou em exclusivo a operação de detenção de Bruno Pidá e busca ao seu apartamento.
Quem responde por este big brother policial?
Há informação institucional aos jornalistas e inclusive autorização para entrar em casa de uma pessoa e filmar uma busca... é desta forma acéfala que a justiça responde às críticas de falta de eficácia.
dass

terça-feira, dezembro 11, 2007

Paguei sim senhor, há lá coisa mais feia do que ficar a dever a um advogado?

Gosto de mulheres decididas, o prazer que me deu ouvir Fátima Felgueiras alegremente a confessar o pagamento de honorários e custas do processo com dinheiro da Câmara...
Não sei se o Ministério Público consegue provar o saco azul, mas provar a utilização indevida de dinheiro público para pagamento de honorários e custas em causa própria ficou tão fácil!
dass
P.S. Pede-se o favor aos senhores funcionários da aviação civil de não fazerem greve nos vôos para o Brasil nos próximos tempos!
P.S.2: Férias tropicais, com direito a retribuição porque o mandato não estava suspenso e com as despesas pagas... Será que as plásticas são «despesas de representação»?
P.S.3 Pior do que ficar a dever a um advogado é ficar a dever a uma advogada!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

A Lady Di andava às compras no Harrods

«Mais de 40% das britânicas casadas prefere ir às compras do que praticar sexo, revela uma estudo publicado na revista feminina First»
in Happy

Concluo que em Inglaterra as solteiras também são falidas. Já não emigro!

dass

No!

Contra todas as expectativas a Venezuela fechou a porta a Chávez!

dass

domingo, dezembro 02, 2007

Phone-ix

O operador móvel CTT chama-se Phone-ix e lê-se mesmo como estão a pensar...
Está uma pessoa a ver televisão descansada e ouve que o Phone-ix já entrou na família?
Phone-ix, só se isto é com a minha mãe ou com o meu cão... pois, pois, e eu é que tenho um blog chamado Dass, sou uma menina de coro!
Quanto ao nome escolhido, nem comento... mas Fónix que raio de nome!
Se os CTT lançarem uma campanha para selos com caras de políticos como se chamará? Cara-...?
Acabo de ter uma óptima ideia para uma oferta de Natal, que tal as seguradoras do ramo vida lançarem um produto muito vantajoso com a designação m-herda?
Ainda por cima ouvi a campanha às 20H30 depois de ter descoberto que a maravilhosa Torre do Relógio da Figueira da Foz, já está a emitir uma maravilhosa melodia de Natal antes de anunciar cada hora... Nada de grave, não fosse o facto de isso ir ocorrer 24 sobre 24 horas este mês... e ainda hoje ser dia 2.
Bem, a alternativa é a marcha do vapor nos outros dias do ano, realmente, assim de repente sem ser a terceira via: Silêncio, não sei bem o que é pior.
Já por aqui disse que, além do fantástico som que antecede cada alerta horário, a Torre tem um pequeno problema. Deve ser o correspondente a um transsexual, mas em versão torre de relógio... ou seja, a Torre nasceu sem um sino (sino mesmo, não um badalito qualquer), mas ao dar ar horas dá badaladas. Há quem tenha uma pomba gira dentro de si e há quem tenha uma catedral ou uma sé.
dass

Ocupação de Tempos Inúteis

Ei, de certeza que não têm mesmo mais nada para fazer?
Pensem bem... Só vos quero aqui se não tiverem mesmo mais nada, mas mesmo nada, para fazer.
dass

sexta-feira, novembro 30, 2007

Quando Deus lhes tira... também lhes devia tirar a ideia!

Há uns dias atrás jantava eu na Trancosense com dois cotas muito meus amigos, que já tinham idade para ter juízo, quando um resolve soltar a pérola «Para mim as mulheres já são descartáveis, para usar e deitar fora».
Ao que o outro remata «Já? Nesta idade é que elas começam a deixar de ser descartáveis».
Meus amigos, eu sei que o sonho comanda a vida, mas havia que impor um bocadinho de realidade na mesa... lá tive de repor a verdade dos factos:
«As mulheres continuam a ser descartáveis, simplesmente, há uns anos vocês usavam e deitavam fora, agora, já só podem deitar fora!».
dass

domingo, novembro 25, 2007

Quem não quer resposta, não faz pergunta.

Cavaco Silva, em Gouveia, perguntou o que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal.

Ora bem... eu por acaso tinha ideia que Pedro Abrunhosa, há já alguns anos, já tinha avançado, pelo menos, com uma medida possível, talvez...

dass

quarta-feira, novembro 21, 2007

4 da manhã? Hora de Bergantim!

Sábado à tarde, cruzamento acidental a caminho de café na esplanada da Tamargueira. Eu confesso: café na Tamargueira dá-me sempre vontade de visitar as promoções do Lidl, só para ver as coisas inesperadas que por lá aparecem... mas resisti estoicamente, nem sequer comprei a magnífica oliveira no vaso. Até porque vou receber um vaso com piri-piri! Miseravelmente há mais dois bonsai moribundos no meu escritório, tomem isso em consideração na vossa lista de Natal!
Enquanto eu me preparava para comer umas castanhas assadas perto do Cabo Mondego e fui impedida pela amiga A. Ela, inspirada, resolve dizer que as castanhas que a mãe assa no fogo não ficam com aquele aspecto, os vendedores de rua devem usar farinha nas castanhas! Estavam lançados os dados para um Sábado sempre a descer.
Não sei como se aqueceram, mas no Sábado eu ía congelando. O frio faz-me sempre lembrar a frase com que começou o meu insucesso numa certa área, em plena noite de São João, há muitos séculos atrás: «Ai Joãozinho estou com tanto frio». Escusam de dizer que com uma frase destas eu não podia esperar outra coisa. Nada disso! No alto dos meus 13 anos eu já era incapaz de algo tão ridículo. Por isso mesmo, eu fiquei sozinha, enquanto a tonta que lançou a pérola se aquecia com o homólogo do Santo!
Mas voltanto aos 32 anos, no Sábado, descartada para não ficar ao abandono depois de uma água e de algum ataque esfomeado assustador... sim, porque nunca se sabe o poder que uma água de luso pode ter sobre uma louca... fiquei mesmo no colchão, a tiritar de frio até me render ao terceiro edredon (edredão, se insistirem).
Mas não me rendi à horizontal sem primeiro passar por ritual de chocolate, brilhantes, maquilhagem, perfume e... cama, naturalmente com o telemóvel.
Seguiu-se sessão de chocolate, quente ou talvez não... talvez muito quente, tão quente que até deu sono à chávena!
Às 4 da manhã, com um frio de rachar (que não foi só o São João que se zangou comigo. A minha relação com o São Pedro também já não é o que era, envia-me chuva quando eu quero ir passear de manhã e matar saudades, e obviamente escuso de referir a minha relação com o Santo António...) resolvo ir sacudir o sono ao Bergantim (obviamente!)
Lá fui ao bengaleiro, comprar o habitual n.º da sorte que me custa 50 cêntimos e no sorteio nunca me sai nada a não ser a devolução integral dos meus objectos pessoais. Aliás, €0,50 dá direito a duas peças e eu só deixei uma, devia ter pago só €0,25! Ainda com sono... mas qual sono? Tal como eu previa, as minhas preces são ouvidas.
Algo me dizia que um dia eu ía chegar ao Bergantim e ter um George Clooney só para mim! E lá estava ele, fantástico, a olhar para mim, em cima do balcão. E eu pensei... ai seu maluco! Este balcão é muito alto e está aqui muita gente, não posso...
Pois... eu achei que não podia fanar (digo, trazer emprestada) a revista onde o homem estava na capa, mas alguém teve a mesma ideia, porque quando achei que afinal, se calhar, até podia, a
revista já tinha desaparecido. Suasssss desavergonhadas, ladras, aproveitadoras!
A música estava soberba, Muse em Starlight, mas sobretudo em Plug in Baby, Placebo, Smiths, The Cure, Interpol, We Are Scientists... ui tanto, amei! Sim, valeu a pena ter saído da cama às 4 da manhã.
Naturalmente o cotovelo masculino que passou a noite inteira a chocar no meu peito, de modo que me conseguiu ir afastando do meio da pista até à parede, também deve ter achado que valeu a pena. Sim, porque havia com toda a certeza muita coisa onde chocar, mas dificilmente ele encontrava dois amortecedores à altura certa, haja alguém que tenha achado vantagem no facto de eu ser baixa. Oh dançarino da asinha aberta... que tal a versão: não mexe, não estraga, vá levanta lá os bracinhos e agita no ar, como o teu amigo, exacto... shhhhh sem cotovelo a rodar! Irra! Isso é que é pontaria.
Vamos iniciar uma nova etapa. Repitam comigo: «Os 3 sócios do Bergantim são amigos, são muito generosos! Eu pago com agrado o bengaleiro (ponham lá a revista outra vez e à quantidade de peças que eu vou querer ir levar ao bengaleiro, até faço um strip!). Eu patrocino pato à Pequim com um sorriso (e não só). €6 euros por uma água, belíssima vista (desde que me tirem as torres da frente) e excelente música é uma pechincha!
E se alguma vez dei a entender o contrário foi mea culpa, mea culpa, mea culpa». Perdão, não se volta a repetir.
Eu justifico aquilo que parece um epitáfio. Então não é que fui presenteada?! Para eu não ter a mania, eis que recebo um copo no meio da pista... calma, desta vez ninguém me despejou nada em cima.
O Bergantim quis oferecer-me uma bebida, através de um auto-intitulado Relações Públicas que afinal não é relações públicas, nem sócio, nem um dos três Castilhos... estava um bocadinho em negação. O que interessa é que afinal o Bergas não quer matar-me por causa do blog.
Mas a oferta veio logo acompanhada do aviso «Estás sempre a queixar-te de que no Bergantim ninguém te oferece nada, toma, é para ti!»
Eu, que por defeito de profissão aprendi que uma confissão espontânea faz reduzir as custas para metade, nem assobiei para o lado, afirmei logo que dizia isso no blog mas era uma brincadeira, agradeci, mas declinei a bebida. Cá para mim o cigarrito que o puto ao meu lado fumou além da pedra tinha também soro da verdade... e eu ali tão perto...
Amigos, o que é que eu bebo? Água, sumo de laranja, para um intenso e pecaminoso prazer coca-cola, e um Baileys com muito gelo também é bebida para me adoçar. Pois, fui brindada com um Safari Laranja!
Oh amigo, eu nem tenho especial gosto por casacos safari, muito menos em tom laranja, pronto também faz lembrar animais, aliás, animais de grande porte... Ora portanto, Safari?
Eu só quero dançar! Ida ao Bergantim é para aproveitar a música, dançar, dançar, dançar, sacudir a semana, ouivir música fantástica e dormir cansada.
Castilho pode ser um bocadinho sinónimo de Judas... eu pedi socorro, e nada. O melhor que consegui foi a oferta da bebida com o esclarecimento de que o portador não se estava a meter comigo nem com a minha amiga!
Ora, ora, se a coisa já estava a ir mal, só podia ficar pior se me fosse dito «Não fiques nervosa, sinto a tua mão a tremer!»
Pronto, Se eu fosse um avião (mas isto não dá nem para uma zundap famel) tinha-me despenhado.
Então não é que me senti de imediato no meio de uma novela mexicana? A coisa estava de ir às lágrimas, só faltava eu começar a gritar que era a menina pobre e boazinha... obviamente se a novela fosse da TVi eu teria «morrido» há algumas décadas, mas afinal estava viva e nalgum sítio ía aparecer pelo menos um par de gémeos.
Aceitei a bebida e agradeci. Provei... ai, ai, ai nunca mais me queixo do Bergantim. Era preciso envenenar-me, era? era? Não podia antes um certo ruim ter-me oferecido uma mísera aguinha?
Shuiiinnfff
Há realmente quem pague para beber isto?
Ofereci a bebida à amiga que avaliava uma matéria prima que demanda muita mão de obra e me agraciou com um «eu até já gostei disso, mas se o beber agora tripo já aqui».
E... enquanto tocava o Candy voltei para a caminha, não fosse o Safari incompatibilizar-se com o JB e a menina cumprir a promessa.
dass

terça-feira, novembro 20, 2007

Chávez atira aos espanhóis e Sócrates vira peneira!

Chávez vem a Lisboa a convite de José Sócrates e vai, naturalmente, aproveitar o palco da União Europeia e sobretudo o cenário ibérico para fazer provocatórias declarações contra o Monarca e o PM espanhóis... Sempre quero ver se Sócrates tem tintins para resolver este cocktail Malakoff diplomático.
De um lado nuestros hermanos e de outro lado um louco que promete tornar-se eterno, até um golpe de estado, à frente de um país que é uma apetecível «mina» de petróleo, onde a Galp dá passos importantes.
dass

Este Acórdão é um perigo para a saúde pública

O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou por Acórdão, enquanto instância de recurso, a justa causa de um despedimento de um cozinheiro de um hotel, que não informou a sua entidade empregadora, uma unidade hoteleira, do facto de ser portador de HIV.
O Acórdão toma posição clara na discussão em torno da obrigatoriedade ou não de um portador de HIV informar a sua entidade empregadora do facto, eu acho claramente que não existe obrigatoriedade alguma a menos que a entidade empregadora seja o administrador de um ringue de box ou o proprietário de um bordel, os senhores Desembargadores entendem que sim.
Digno de qualquer folhetim terceiro mundista do século passado o Acórdão considera que um cozinheiro de um hotel portador de HIV é um atentado à saúde pública porque existe risco de contágio dos clientes do hotel, através do sangue, suor e lágrimas que o trabalhador possa derramar nos alimentos.
Pois, se o Acórdão provoca sangue ou suor eu não sei, mas que claramente é de ir às lágrimas, disso não tenho qualquer dúvida. O Acórdão ignora que não está provado o contágio por lágrimas e suor, e mesmo que exista ignora o tempo de vida do vírus ao ar livre e a improbabilidade de um contágio por esta via.
Devo dizer que o improvável aconteceu, não é vulgar um tribunal envergonhar desta forma o país, geralmente protege os direitos humanos em vez de os violar de forma aberrante e costuma espelhar um sentir evoluído. Resta-nos apenas esperar que amanhã quando esta vergonha fizer correr tinta em muitos países, os cidadãos dos mesmos tenham a clareza, que o Acórdão não teve, de entender que os portugueses não pensam assim... e é difícil explicar isto, porque a Justiça é administrada em nome do povo.
dass

segunda-feira, novembro 19, 2007

Serão simpático

Sexta-feira tive uma noite diferente.

Arrumem lá os foguetes, que também não foi assim tãaaaooooo diferente, a Figueira da Foz não tremeu, não foi feriado nacional, nada disso!

Fui ao aniversário de uma amiga, que fez divulgar que fazia a mesma idade que Jesus Cristo, mas esperava ter melhor sorte. Pelo sim, pelo não, eu não deixei que ninguém me beijasse nos dias seguintes (não fosse haver por ali algum Judas).
Antes de continuar eu tenho de esclarecer que, como a Sexta-feira é o dia das greves, naquele dia fiz greve à dieta. Sim, eu aposto que ela me convidou a contar com o facto de eu comer a folha de alface... pois bem, surpresa, parecia que eu não via comida há 3 meses! Quando quiserem comer bem eu dou-vos a morada! Resolvi deixar claro por aqui que não estava em dieta, não fossem pensar: se ela come assim quando está de dieta, imaginem se não estivesse!
Mas o pai dela correu sérios riscos quando me ofereceu o sofá! Eu pensei... ora, deixam aqui a comidinha na sala e eu fico já aqui a nanar (como até tenho insónias, vou ter de continuar a conversar com o arroz doce e com a mousse), mas rendi-me à depressão de uma cachorrinha enorme que pensa que é pequenina e resolvi não ocupar o sofá dela.
À saída a minha amiga resolve comentar o post das cuecas que a minha avó ofereceu à minha mana... que, quem leu o dito, saberá que as magníficas peças de gola alta com algibeira só não me calharam a mim porque a minha avó entendeu que não me iriam servir por eu ser muito mais forte do que a minha irmã. O que eu não esperava é que a minha amiga me dissesse «às vezes ter uns quilinhos a mais é uma sorte», shuuiiinnnfff, tenho de riscar a sinceridade das características que se procuram numa amiga, onde andam as mentirinhas piedosas?!
Mas, enfim... depois de comer que nem um abade, de ainda trazer tacinha com bolinho para a mamã e de ter vergonhosamente chegado a um aniversário sem presente (falha imperdoável), ainda fui à loja da amiga e espetei-lhe um calote de €17! A culpa é dela que vende coisas apetecíveis.
Fiquei a matutar nisto no fim-de-semana... ou seja se ela me diz que tenho quilinhos a mais e eu aproveito de imediato para fazer uma dívida... o segredo do sucesso nas cobranças de honorários aos meus clientes pode estar então ao alcance de uma simples frase: «o senhor está mais magro!» Temos é um problema eu só minto quando me pagam... o que significa que se não passarem o cheque de imediato pode dar-me a febre do soro da verdade e desatar a gritar «seu forte, gordo, autêntico obeso!»
Moral da história, neste escritório foi inaugurada uma nova era, os meus clientes sairão daqui convencidos de que estão magrissimos, pele e osso. E como eu estou certa de que a maioria deles vem aqui a fazer o choradinho de não pagamento pelo simples facto de à porta do escritório haver um lugar para ambulância (sim, a dedução é óbvia, parece que até os ouço pensar: «se há aqui lugar para uma emergência, deve ser por causa dos ataques cardíacos que as notas de honorários da fulana provocam, o melhor é prevenir e nem pedir a conta»), assim fica plenamente justificado o estacionamento reservado, achei que estavam tão magrinhos que até temi que não conseguissem andar pelo seu próprio pé e por isso acautelei-me, não fosse necessário chamar o INEM.
Mas puxando pela memória (isto já não é o que era... falta de exercício!) tenho de me recordar que até já disse a um caloteiro que estava mais magro (o que era verdade, nem tive de mentir) e mesmo assim ele não pagou a dívida... Mas não há regra sem excepção!
dass

Eu quero uma sede só para mim!

Depois de num espaço de um mês a sede da conselhia figueirense do PSD ter tido necessidade de ser arrombada 3 vezes, eu recomendo vivamente que o novo líder faça uma avença com «o homem das chaves»
Ao não entregar as chaves da sede o líder demissionário prova claramente que não tinha qualquer interesse nesta eleição e segue pisadas ao ameaçar tornar-se vereador «independente».
Não faço qualquer observação à validade do acto eleitoral, desconheço factos e regulamentos, mas para mim, há algo muito claro, se o acto foi juridicamente impugnado, quer corra neste momento essa impugnação ou recurso de decisão sobre a mesma, os estatutos ou regulamentos jurídicos do partido hão-de dizer se a impugnação/recurso tem efeitos suspensivos ou devolutivos. Se tiver efeitos devolutivos obviamente não existe qualquer legitimidade para se impedir o acesso à sede do novo líder. Se tiver efeitos suspensivos também o partido há-de ter regras para essa transitoriedade, nem que seja a manutenção da anterior liderança.
Se um político tem de ter noção do timing, Pernas provou que tem um surpreendente perfil político, sim, porque ninguém daria pela sua ameaça se não fosse vereador numa câmara de «maioria» tão apertada. Nem mais! Eis como surge um valor inflacionado.
dass

domingo, novembro 18, 2007

O preço da falta de pontualidade

Quarta-feira repeti a dose de julgamento em Coimbra.
Como estava agendado para as 9H45 (horário judicial, o que significa que a hora é um pormenor, começar duas horas mais tarde é altamente provável!), não havia pressa.
Acordei cedo, como de costume, mas também como habitualmente distraí-me sem saber bem como.
Foi assim, que já sem muito tempo para chegar à CP a horas de ver a partida do comboio do lado de dentro do dito, resolvi ir de táxi para a estação.
Na CP lá estava o comboio com destino a Coimbra, pedi bilhete de ida e volta, paguei e o bilhete marcava 8 e 12, o comboio tinha horário marcado para as 8 e 11... assisti à sua partida enquanto guardava o troco.
Ora, sem alternativa, fui procurar um táxi e dirigi-me «armada em fina» de táxi para Coimbra. Basicamente às 9 horas quando cheguei a Coimbra já tinha gasto €4 (escritório-estação), €4,05 (ida e volta para Coimbra) e €35 (Figueira-Coimbra)... ainda ía a tempo comprar um belo vestido... mas o dinheiro estava no bolso do motorista. Lá se foi o pontapé na ecologia e na minha economia.
Mas o pior estava para vir, voltamos ao mesmo: continuo a patrocinar o Bergantim, sim, porque no Sábado quem estava no Bergantim? O táxista, nitidamente porque tinha feito um serviço extra de transportar um pato para Coimbra! Só faltava ter uma t-shir a dizer «patrocínio: Dass e com uma foto de um vestido a afogar-se!»
P.S. Mas ao Bergantim, eu já volto.

terça-feira, novembro 13, 2007

Serviço Público

Já tinha por aqui relatado a aptidão da minha mãe para os remédios caseiros.
Tudo o que digam que faz bem é adoptado em casa. Um dia eu tiro uma foto do recipiente onde ela faz chá com tudo o que já ouviu dizer que faz bem a qualquer coisa. Digamos que ela permanece na versão de numa só chávena curar tudo, não façam é um ar de admiração muito pronunciado pelo facto de verem a boiar uma casca de batata... com toda a certeza o solfato também deve ter uma propriedade medicinal qualquer que desconhecemos.
Depois de o sumo de agrião crú ter entrado de férias há algum tempo (nem gosto de falar disto muito alto não vá ela lembrar-se novamente do nectar), eis que finalmente a televisão portuguesa presta um serviço público de qualidade.
Então não é que este fim-de-semana em pleno horário nobre há uma alma caridosa que resolve falar dos benefícios do chocolate? Não um chocolate qualquer, mas chocolate amargo, com pelo menos 70% de cacau, justamente o meu favorito, que ao que parece além de combater outras carências tem propriedades antioxidantes!
Ontem ao chegar a casa, o que estava em cima da mesa da cozinha? Um magnífico e enorme chocolate preto!
Palmas para a televisão portuguesa! Obrigada, obrigada!
Só não esclareci com a minha mãe foi se a oferta do chocolate é pelas suas propriedades antioxidantes... ou se me está a tentar acalmar outras carências!
dass

Posso entrar? Ou há balas perdidas?

A. S. Eu estou a tentar publicar um post que não provoque uma Guerra Mundial.
Goradas que estão as minhas esperanças de ser candidata a um nobel da paz, deixem-me dizer que há qualquer coisa de estranho no facto de não sei quantas pessoas, cuja identidade desconheço, se pegarem por aqui. Não estou a reclamar, por mim, voltem sempre!
Cá vai o post:
Está uma manhã de nevoeiro!
dass

sexta-feira, novembro 09, 2007

Pouca terra, pouca terra...

Na Quarta-feira, um julgamento em Coimbra, deu-me direito a viagem de comboio.

Até me soube bem matar saudades daquela viagem... há coisas que nunca mudam, e uma delas é a curiosidade dos passageiros habituais por passageiros de ocasião.
Resolvi retribuir a curiosidade, ao meu lado a senhora não comeu um pequeno almoço, comeu um grande almoço... irra que eu pensei que ela não ía parar. Depois sacou da lima e vai de fazer as unhas... ai que inveja, eu que até tinha na carteira um magnífico verniz vermelho para retocar!
Estava tudo a correr tão bem. Viagem, mensagem, mp3 e ninguém para me aborrecer. Até que uma senhora resolve obrigar-me a interromper a minha sessão musical, mesmo a meio de uma magnífica interpretação de Placebo de um clássico dos Smiths para me dizer que «se fosse a ouvir aquilo ficava doida»... eu que até estava zen, sorri e não disse nada. Não disse, mas pensei... «minha senhora, olhando bem para si, mesmo sem um leitor de mp3, pelo sim, pelo não... se calhar era de marcar uma consulta na psiquiatria!»
Este imprevisto fez-me recordar um outro diálogo na marginal há uns dias. Quando se está a bater no fundo, não há nada a fazer. Ía eu a andar em paz e sossego e não um George Clooney, nem ninguém parecido com um clone seu, mas sim um avô que devia rezar todos os dias para que os netos não fossem fisicamente parecidos com ele, resolve num gesto nada nojento, pôr a sua língua de fora, basicamente a caminhar na minha direcção e a seguir exclamar «Ai que eu até morria!»
Ora, com o susto e com o cheiro, aliás a ordem é inversa, porque sem dúvida as minhas narinas foram a parte do meu corpo que o detectou primeiro, eu nem tive tempo para nada a não ser desviar-me e informar «Com o cheiro com que o senhor vai, eu diria que já está morto há pelo menos 3 dias!»
Voltando ao comboio, que eu sempre achei que é basicamente uma fábrica de têxteis, lá temos uma senhora de volta de uma peça em linha branca, outras fazem camisolas... e, alto! E alguém borda um pano de limpar pratos. Pronto. Tenho a certeza de que é para mim. Sim, porque mais ninguém deve receber panos de cozinha no Natal. Minha senhora, não precisava de se incomodar, eu já tenho às dezenas... mas atendendo a que nem sequer me conhece, é muito simpático da sua parte!
dass

terça-feira, novembro 06, 2007

Poupança

Este fim-de-semana resolvi celebrar, mesmo de forma atrasada, o dia mundial da poupança.

Foi assim que no Sábado estive maravilhada a gozar os prazeres do trabalho alheio, em vez de ir logo a correr gastar uns cobres numa esplanada... fui mais tarde.

Porque continuava apostada na poupança, depois do almoço, em vez de sucumbir a algum impulso consumista, resolvi trabalhar...
A noite prometia, mesmo com desencontros combinações... e começava com a hipótese de escolha entre dois jantares, ou até de fusão dos convivas. Antes que tenham alguma ideia libidinosa quanto à fusão (essa não era suposto acontecer ao jantar!), era uma pequena OPA, restava saber que grupo de amigos conseguia fazer valer a sua escolha de restaurante.
Ora, por um qualquer arranjo superior, dou comigo numa reunião, pro bono (quer-me parecer que houve poupança com a ideia), que se prolonga por lá das 9 da noite... e foi assim que, como alguém observou, poupei no jantar. Agora me lembro que tinha um jantar oferecido... (hum, casalinho... que tal marcarmos isto outra vez? Casalinho este que também sucumbiu ao aforro do colchão ao fim da noite, ao que parece em casa divertiam-se mais e gastavam menos! Também quero um carrocel só para mim!)
A noite começou assim num bar, depois dos jantares a que faltei. A bem dizer, antes de chegarmos ao bar, a amiga J afirmou que não tinha bebido nada (nem Piriquita) antes mesmo de se estatelar na escada. Mas quem sou eu para a desmentir? Não rasgou as meias. Pormenor muito importante.
No bar, sob tortura, observo uma tentativa de troca dos meus mais importantes honorários por uma água! Uma mísera garrafa pequenina de água? Água do Luso pode ter muito encanto, como o café, mas daí a cobrir dívidas... também já é abuso! Nem vale a pena tentar valorizar a oferta com a minha boca seca. Poupança sim, calote não! (Acabo de descobrir uma bela frase para decorar a parede do meu escritório).
Houve quem poupasse uma confirmação de que alguns destinos são a Sul, como direi? Para baixo! Mesmo que o mapa pareça interessante. Continuo a achar, que mesmo sem gastar espaço de agenda o sucesso estava à porta. Vamos lá ver, sucesso em vá para fora cá dentro e nunca em vá para fora lá fora mesmo!
E já agora, só porque gosto de fins-de-semana, concordo com uma amiga, ao Domingo devia ser Sexta-feira.
Continuo persistente na intenção de me emancipar na compra de apartamento. Por falar nisso, queria deixar uma ideia aos publicitários do anúncio de um banco... porque é que em vez de concluirem «se não tens pai rico...» não concluem, mais realisticamente, «se não tens pai administrador de um banco»?
Fiz um grande avanço na compra de casa. Não ganhei o euromilhões, mas em contrapartida já comecei a poupar... prescindi de frigorifico! A minha geleira cor-de-rosa de campismo pode ser melhor do que muitos frigorificos!
Se isto fosse um blog culinário eu agora deixava-vos uma receita magnífica de «quente e frio»!
P.S. No que continuei a não poupar foi na minha ida ao Bergantim... consigo sempre pagar €6,5 por uma água e um mísero espaço no bengaleiro! Qualquer dia olho para os Castilhos e em vez de me dizerem boa noite começam a grasnar à minha custa «quá, quá»! Ora... assim, em tom de pergunta inocente: os patos têm dentes?
dass

Tudo em Pijama!

Apesar de o tempo estar estranhamente quente, as noites arrefecem.

O que significa, minhas amigas, que poderá acontecer que os gigolos, ooppsss, não era bem isto... eu queria dizer especialistas, Homens, Super-homens, que vos acompanhem na cama podem cair na tentação de usar pijama.
Depois de muito pensar no assunto, tenho um conselho: desconfiem de qualquer homem que vá para a cama de camisola amarela... Há cores que só fazem sucesso no ciclismo, mesmo que a prova seja optimamente rapida.
P.S. O conselho é altruista, porque as minhas almofadas ainda não vestem camisola.
dass

Nem forma nem conteúdo!

Será que o PM vai continuar a sorrir quando perceber que nos próximos debates parlamentares já não vai poder usar a mesma estratégia de «apoucar» o inimigo?
Depois do anunciadíssimo debate parlamentar de hoje, o previsível aconteceu, o que são os problemas da nação perto de tão inflamados egos?
dass

sexta-feira, novembro 02, 2007

Nem feriados, nem pontes!

Alguém inventou os feriados... E o feriado até estava a começar tão bem. Nada de horários, uma cama e um mouro... de trabalho!
Porque a coisa prometia, passo para uma esplanada, sem ninguém para me interromper, sol, mar, notícias e mp3, telemóvel em contacto... hummm se melhorasse estragava.
Até já me habituei ao facto de (quando me consigo libertar das matracas que me importunam ao Sábado e Domingo de manhã - claro que falo da minha irmã e da A), na esplanada da Emanha a horas já de almoço, ficar eu e uma senhora que deve ter para aí uns 80 anos e é certamente viúva.
Fico sempre em vantagem: eu tenho mp3 e ela não; tenho sempre mais jornais ou revistas do que ela; sou mais nova; não tenho uma filha que me telefona só para aborrecer; não tenho tantos cabelos brancos; tenho dois telemóveis e ela só tem um... Quanto a altura estamos basicamente na mesma fasquia e também não me consta que ela tenha namorado ou marido...
Mas devo admitir que ela estica os pezinhos descalços em cima do muro, coisa que eu invejo profundamente e de vez em quando consegue sacar-me a melhor mesa! Aquilo é que é marcação. Ainda eu estou a pensar mudar e já a cota marcou o território!
Mas lá porque eu disse que era para o feriado não melhorar, também não era preciso piorar! A ideia era deixar estar como estava.
Mas a tarde traria visita aos avós. Lá se foi o descanso e o encanto, mas por uma boa causa.
Ora, ora... então não é que a avó oferece à minha escultural irmã umas... umas... (desculpem, estou à procura do nome certo, não é fácil) cuecas? não. Pelos trinta cm de altura e ocupação de perna teriam de ser cintas, ou ceroulas! Mas eram especiais, pois à frente conseguiam ter um bolso do tamanho de um bolso das calças de ganga. Ou a avó acha que a mana tem dinheiro para guardar aconchegado, ou, os saltos do meu sobrinho mais novo fizeram-na deduzir que a neta virou canguru e lhe falta uma bolsa marsupial!
Heheheh, estava a minha bela mana em estupefacção perante a sensualidade da lingerie ofertada, enquanto eu me sentia verdadeiramente maravilhada, e em vantagem, porque aquela COISA não me era oferecida a mim.
Ficou claro que eu só usaria peças realmente lindas e sensuais, que aquela imensidão de tecido não se coadunava com a minha juventude, que eu não precisaria daquela imensidão de elásticos de apertar barrigas michelin!
Estava quase a perder um dente, tal era a amplitude do meu sorriso... quando a avó declara: não te ofereço nenhuma (aqui está o que eu queria ouvir, pronto, eu já percebi, não é preciso elogiar mais, os actos dizem tudo. Mas já que insiste, pode louvar mais um bocadinho esta maravilha, não se acanhe, mas só hoje que eu sou modesta!) porque como és muito mais forte do que a tua irmã, de certeza que não te servem!
Shhhhhiuuuu, não riam! De certeza que isto só aconteceu por causa do raio da noite das bruxas. É que houve uma engraçadinha qualquer que enviou um ovo certeiro à minha janela. Ao menos, ao que parece, ainda não estava putrefacto! Só por causa disso, mas só por causa disso, vou proteger-me do profano com o Sagrado, ou seja, o ovo há-de estar por ali até que São Pedro o resolva lavar.
dass
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