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segunda-feira, agosto 20, 2007

Reflexões de Sábado

No Expresso, desta semana, Miguel de Sousa Tavares atira uma série de pedradas ao charco. Ao charco do maior fosso europeu entre ricos e pobres, do nosso consentimento perante as iniquidades alimentadas pelos nossos impostos, de um país que se verga ao tal homem de preto e coração na lapela que usa de igual modo uma OPA ou uma Assembleia Geral para se ouvir em horário nobre, de uma off shore madeirense cuja continuidade poderá não ter financiado a declaração de cumprimento da lei da IVG no arquipélago de Jardim


Ora... estava eu, na Emanha, em ampla reflexão de Sábado proporcionada por MST, a digerir uma Sexta-feira sem novidades, a não pensar em Sábado à noite, apenas a reflectir sobre o verdadeiro estado cinzento deste país, quando leio a última frase do texto:


«É que não se pode ter tudo: boa cama e boa fama.»

Aiiii eu até não queria... mas a (re)flexão subiu muiiiittooo de interesse, qual era mesmo o assunto sobre o qual eu me estava a debruçar?

P.S. Eu até vos podia dizer onde estive no Sábado à noite, mas seria tão inédito... a vista era boa, os saltos eram adequados se aquilo fosse um concurso de andas e eu não tivesse ficado com dores nas pernas... e claro, escolhi a roupa mais arejada do Verão para a noite mais fria! Podia ter havido um bocadito mais de vento gelado... mas era realmente difícil, mesmo que fosse Janeiro!

dass

sábado, março 10, 2007

Porque gosto de veneno e não gosto do Berardo!

Miguel de Sousa Tavares destila hoje este venenosito na sua crónica... relativamente àquele que fez a publicidade do cartão de crédito que ele não quis fazer.
MST in Expresso 2007.03.10
«(...) verdadeiro momento à ironia do nosso particular capitalismo, foi ver os trabalhadores da PT transformarem em herói popular o também comendador Berardo. Eis aqui alguém que, certamente dotado de inteligência e olho para o negócio que não se contesta, nunca, todavia criou alguma coisa sua, que desse trabalho e riqueza ao país, limitando-se a entrar nas coisas criadas pelos outros, comprando e vendendo sem qualquer outra estratégia que não a do lucro pessoal; que fez uma colecção privada de pintura para cuja guarda e manutenção conseguiu 'privatizar', e de borla, o CCB; e que no caso da PT não vendeu, não porque tenha pensado no futuro dos seus trabalhadores, mas apenas porque não lhe deram o preço que queria.(...)»
dass
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