Quarta-feira repeti a dose de julgamento em Coimbra.
Como estava agendado para as 9H45 (horário judicial, o que significa que a hora é um pormenor, começar duas horas mais tarde é altamente provável!), não havia pressa.
Acordei cedo, como de costume, mas também como habitualmente distraí-me sem saber bem como.
Foi assim, que já sem muito tempo para chegar à CP a horas de ver a partida do comboio do lado de dentro do dito, resolvi ir de táxi para a estação.
Na CP lá estava o comboio com destino a Coimbra, pedi bilhete de ida e volta, paguei e o bilhete marcava 8 e 12, o comboio tinha horário marcado para as 8 e 11... assisti à sua partida enquanto guardava o troco.
Ora, sem alternativa, fui procurar um táxi e dirigi-me «armada em fina» de táxi para Coimbra. Basicamente às 9 horas quando cheguei a Coimbra já tinha gasto €4 (escritório-estação), €4,05 (ida e volta para Coimbra) e €35 (Figueira-Coimbra)... ainda ía a tempo comprar um belo vestido... mas o dinheiro estava no bolso do motorista. Lá se foi o pontapé na ecologia e na minha economia.
Mas o pior estava para vir, voltamos ao mesmo: continuo a patrocinar o Bergantim, sim, porque no Sábado quem estava no Bergantim? O táxista, nitidamente porque tinha feito um serviço extra de transportar um pato para Coimbra! Só faltava ter uma t-shir a dizer «patrocínio: Dass e com uma foto de um vestido a afogar-se!»
P.S. Mas ao Bergantim, eu já volto.
