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domingo, setembro 02, 2007

Sucesso.dass

Este fim de semana foi pródigo em frases...

Estamos sempre a aprender com as crianças. Uma menina nitidamente deslumbrada com o meu sobrinho, usou esta maravilhosa frase para conseguir a atenção do objecto dos desejos «Gonçalo, vamos cabar?»
Ora... será que este é o segredo do sucesso? Lá está, eu armada em miúda da cidade, nítido desconhecimento de artefactos agrícolas, sem calos da enxada... estava à espera de quê? Sentença: inequivocamente encalhada!
Ora, mas porque há coisas que são comuns a qualquer geração, o puto, que quer é companhia para brincar e obviamente quer namoradas, resolveu deitar-se na toalha e virar a cara para o outro lado... é sempre a mesma coisa, se o homem acha que a mulher está realmente interessada, seja ou não verdade, assobia para o lado. Ora agora arruma-te aí, prateleira dos monos... não é a prateleira dos dispensados, nada disso, quando eu quiser, eu passarei por aí...
Pelo menos percebi que a agricultura não resolve o problema!
Ora, mas a ala adulta estava muito mais inspirada em frases, a pérola «Anda cá que eu não te aleijo» Uiiiiiiii
Será esta a chave do sucesso?
Não testei a fórmula, mas quem testou garante pelo menos que... aleijar, aleijar, ninguém se aleijou!
dass

terça-feira, agosto 21, 2007

Sábado à noite em frases

Depois de horas e horas a escolher a escolher o repasto... no restaurante, um brinde da amiga A: - «Querem uma daquelas coisas? Aquela que eu digo sempre de outra forma, como é que se chama?»
- «Bruschetta», não vou revelar a forma original como o pão é baptizado!
A frase mais estranha veio da linda venezuelana «quero uma pizza só com milho e ÇAbola»... irra, ainda olhei para ela de lado três vezes a pensar se tinha de lhe dar uma cabeçada quando me perguntou se eu era servida!
A meio do jantar, um dos convivas de um outro jantar dispara alto e bom som, já que o assunto era apetitosamente adequado: «... estava a arrear o calhau!».
Silêncio na nossa mesa para não interromper o momento allbran. Olhamos uns para os outros, pensei eu que a criticar o cromanhon... até que a amiga RR atira «Arrear eu sei o que é, mas o calhau?!!» Aiiiiiiiii que até o meu único neurónio ficou incrédulo. Pronto ela passou o resto da noite a dizer que sabia muito bem o que era, mas que o contexto era estranho, nem se queria acreditar.
«Para ser sincero não gosto do vinho daqui, não!» Quem diz a verdade não merece castigo, palmas para o funcionário que diz isto enquanto serve o vinho! Ainda bem que eu estou a água!
«Já saí daí e não me consigo teletransportar», ou mais tarde «voltei a sair demasiado tarde, quando te procurei nicles, já não estavas»
E um cronómetro sincronizado, não?
A meio da noite depois de me embebedarem abundantemente os pés «Desculpa, molhei-te muito?»
«Posso conhecer-te ou ao menos saber o teu nome? Não? Tu é que sabes, mas olha que eu até sou impecável!»
Dass mas que mal é que eu fiz a Deus? Terei ar de cirurgiã plástica ou de psiquiatra? Se és assim tão impecável porque não te conheces a ti melhor?
Mas fantástica foi a frase que o amigo Mx trouxe dos Açores: «Ai quem me dera ser a noite para te cair em cima!» Vá, aprendam, que isto é que são piropos!
dass
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