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sábado, julho 19, 2014

Gê-Nê-Érre

Não há paciência para ouvir Seguro.
Como diz o próprio (eu ouvi, morri, e voltei a ouvir para ter a certeza), chamem a Gê-Nê-Érre.

terça-feira, dezembro 20, 2011

Tuga!

Hoje, de manhã, em frente ao Tribunal de Ílhavo e da GNR passeavam, numa scooter verde, duas mulheres, uma criança e um cão felpudo, nenhum tinha capacete (sim, nem o cão).

Como pensei que tinha visto mal, ainda olhei para o soldado da GNR que falava ao telemovel... e eis que a viatura dá a volta e torna a passar, exactamente pelo meio da estrada, a olhar para o senhor do telefonema.

E mais nada! Comprova-se, o lugar mais seguro para cometer uma infracção e não ser apanhado é em frente ao Tribunal e à GNR, não há nada que enganar.

dass

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Segurança no Trabalho

Notícia de O Diário As Beiras de 2010.02.24

«FORAM FURTADOS ontem 400 metros de fio de cobre junto ao posto da GNR de Maiorca. (...)»

É assim mesmo, prevaricar mas em segurança... junto da autoridade.

O que a notícia não diz é se os larápios foram apanhados!!!

dass

sexta-feira, maio 02, 2008

Filmes

Há quem fale numa relação tensa entre advogados e polícias... e até há quem me acuse de lidar mal com a autoridade, tudo calúnias. Eu sou pela colaboração... tanto, tanto, que nem tenho mão em algumas desgraças que acontecem, e nem me rio delas...

Vou com um cliente a uma inquirição perante a GNR e entre outras peripécias, ofereço a colaboração do homem para a entrega de uma gravação caseira onde claramente se via o potencial criminoso e que tinha todo o interesse para a investigação, «palavra de cliente». Ora e tudo isto aconteceu depois de haver umas sãs discussões pelo meio, entre a minha pessoa e a senhora autoridade... mas eu não guardo rancores...
Pois estão três agentes horas a visionar o filme... e afinal o meu cliente, que insistia, «já vem, é a seguir... é agora que ele vem falar comigo»... conseguiu exibir horas e horas de uma imagem parada e mais algumas horas de um filme com movimento onde se vê a sua mulher a cortar relva e... ele atrás a apreciar a qualidade do serviço! Do criminoso é que nem sombra...
Eu nem tenho nada contra filmes caseiros, mas sem dúvida com mais acção.
Como não havia pipocas eu resolvi interromper a seca para ir ao quarto-de-banho... ui, o pânico! As instalações estavam limpinhas, mas sou acompanhada dentro do próprio cubiculo por um agente que me diz «veja se há papel, primeiro».
Ora bolas, lá se vai a dignidade feminina... uma mulher, mesmo que não haja papel tem lencinhos... por fim o amigo lá sai da divisão em continência e diz um simpático «esteja à vontade»... Eu até estaria, se a porta de fora não estivesse aberta e a antecâmara não fosse decorada com urinóis em tudo quanto era pedacinho de parede livre...

Mas o problema vinha a seguir... tive a ligeira sensação de que o objecto central do cubiculo era uma pista de aterragem, ou um alvo... então não é que na parede havia uma enorme seta vermelha a apontar para baixo (era no mínimo um metro de vermelho vivo), mesmo em direcção à sanita? Se mal me pergunto, num cubiculo onde não havia mais nada a não ser uma porta, e um suporte vazio, de papel higiénico, que ideia têm os GNR uns dos outros, para ter de meter ali uma enorme seta vermelha???? Se era para mim, escusavam, que mesmo em estado crítico as minhas águas sabem o caminho, vem tudo com gps.

Ora... e o que se faz a seguir quando todo o enorme botão do autoclismo está forrado a papel autocolante vermelho vivo. Vermelho normalmente é proibição. E quando se está na casa da autoridade não convém muito violar as regras... hummm mesmo correndo o risco de detonar um míssil, carreguei no botão vermelho!
Se calhar fiz mesmo algo errado, sim, porque ao sair da casinha tinha todo um quartel de GNR's a guardar o corredor. Estive quase para gritar: nem um pinguinho fora! Estou inocente.
dass

terça-feira, agosto 28, 2007

A culpa é da GNR

Segundo o Diário Digital, Laurentino Dias, terá afirmado na Figueira da Foz que nasceu para a política após uma «carga da GNR», em Coimbra, três anos antes do 25 de Abril.
Se eu descubro quem foi o chui que bateu no Sócrates... chamem o 112!
dass

quarta-feira, agosto 22, 2007

Jailhouse Rock!

Pelo menos 108 pessoas foram detidas no festival (ou área envolvente do festival) Freedom, em Évora, tudo por causa dos produtos de alienação.
Tenho a ligeira sensação que o nome Freedom é um nadita desadequado, cheira-me (cheirar não deriva do verbo snifar)!
Conclusão a retirar da operação: A GNR prova que é activa na destruição do TRANSE, esclarecendo os muitos que a acusam de assistência passiva à destruição do TRANSgénico.
dass
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