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segunda-feira, dezembro 10, 2012

Turismo na Covilhã

(imagem de docesregionais.com)

Meus amigos, eu fui passear à Covilhã, com direito a hotel e tudo.

Se em Dezembro temos um julgamento às 9H30 da madrugada na Covilhã, convém ir de véspera... digo eu. E assim foi.

Rumei à Covilhã, com direito a hotel e tudo.

Se eu sempre achei muito estúpido chegar a um quarto de hotel e ter duas camas juntinhas... deve ser para no meio do acto, com entusiasmo, o pessoal cair no buraco. Ou melhor ainda, dormir agarrada com o homem confortável, com o egoísmo do costume, e a fêmea a acordar toda torcida porque esteve toda a noite a levar com a divisão dos colchões no costado...

Devo dizer que desta vez descobri para que são as duas camas: experimentem ir dormir à Covilhã armadas em «eu só uso camisa de dormir sexy» e vão ver que a cama ao lado é mesmo o que estão a precisar para sacar um edredon extra!

Senhores do Hotel Turismo da Covilhã: pssst! Atenção: um edredon de três cms de espessura não é o aceitável para alguém que não está habituado a esse gelo, irra.

Mas qual é que é o hotel que tem sport tv nos quartos e não tem uma fox para se ver umas séries? Teremos na serra um problema de machismo?


Na manhã seguinte: Primeiro, fiquei obviamente prejudicada no pequeno almoço. Pequeno almoço de hotel, com direito a tudo é óptimo. Isto se a coisa não for buffet e não acharmos que há uma cambada de desesperados a olhar para nós... bem, se calhar a pensar «quem é aquela desesperada sozinha?». E desesperada fiquei, a comer pequeno almoço saudável e pequenino, para não parecer mal... shuinnnnffffff

Claro que o meu toque pessoal seria dado quando cheguei à recepção a dizer que tinha de voltar ao quarto para procurar a chave do carro e fui informada de que a chave tinha dormido ali mesmo, na recepção. A malta congela o pessoal, mas é honesta.

Mas vamos ao que é importante, porque a viagem era de trabalho, no dia seguinte, depois de estradas e estradinhas à procura do tribunal do trabalho... (como é que eu sei em que ruas de pedra posso andar e em que ruas não posso passar, se são todas igualmente estreitas e íngremes? Sim, eu sei, há essa coisa chamada sinais, mas que não se vêem quando temos a sensação de «e passou novamente na casa de partida, sem receber dois contos») encontrei finalmente.

Gostei de fazer um julgamento na Covilhã? Digo-vos depois, porque muitos kms depois, uma noite de hotel, litros de combustível, portagens e horas perdidas... «o julgamento foi adiado, estamos com pouco pessoal e ligámos-lhe agora, há dez minutos». Pois bem, foi exactamente na altura em que eu estava a tirar o jacto da garagem e não ouvi... o tempinho certo que eu demorei a vir da Figueira aqui.

Se a justiça atrasa, é certamente culpa dos advogados, e não porque se descobre no próprio dia que há pouco pessoal para fazer um julgamento.

dass

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Há quem grite, gaste nome e puxe cabelos... há quem diga palavrões!

Li na Sábado, em Insólito, que um casal Alemão foi a Tribunal, alvo de 10 queixas por poluição sonora, por uma suposta noite barulhenta com ranger de cama das 23H30 à 1H00.

O casal foi absolvido.

Absolvido? Absolvido... das 23H30 à 1H00?

Devia era ter sido agraciado com um nobel.

Seria o nobel da... ficamos por aqui!

dass

segunda-feira, agosto 20, 2007

Reflexões de Sábado

No Expresso, desta semana, Miguel de Sousa Tavares atira uma série de pedradas ao charco. Ao charco do maior fosso europeu entre ricos e pobres, do nosso consentimento perante as iniquidades alimentadas pelos nossos impostos, de um país que se verga ao tal homem de preto e coração na lapela que usa de igual modo uma OPA ou uma Assembleia Geral para se ouvir em horário nobre, de uma off shore madeirense cuja continuidade poderá não ter financiado a declaração de cumprimento da lei da IVG no arquipélago de Jardim


Ora... estava eu, na Emanha, em ampla reflexão de Sábado proporcionada por MST, a digerir uma Sexta-feira sem novidades, a não pensar em Sábado à noite, apenas a reflectir sobre o verdadeiro estado cinzento deste país, quando leio a última frase do texto:


«É que não se pode ter tudo: boa cama e boa fama.»

Aiiii eu até não queria... mas a (re)flexão subiu muiiiittooo de interesse, qual era mesmo o assunto sobre o qual eu me estava a debruçar?

P.S. Eu até vos podia dizer onde estive no Sábado à noite, mas seria tão inédito... a vista era boa, os saltos eram adequados se aquilo fosse um concurso de andas e eu não tivesse ficado com dores nas pernas... e claro, escolhi a roupa mais arejada do Verão para a noite mais fria! Podia ter havido um bocadito mais de vento gelado... mas era realmente difícil, mesmo que fosse Janeiro!

dass

quarta-feira, junho 27, 2007

Mobílias de Quarto

A amiga A perguntou-me o que é que podia ser mais triste do que ter quase 31 anos e estar a comprar uma mobília de quarto «single» para viver em casa dos pais?

Pois se ela quer mesmo saber, cá vai: pior, pior, é ter 32 anos e ter herdado a mobília de casal da mana e do cunhado... para que a mobília acabasse com uma vida calma!
dass
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