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terça-feira, agosto 21, 2007

OPA REFIUSADA

Joe Berardo diz que o fracasso da OPA sobre o Benfica não é uma derrota pessoal... pois claro, já agora se não fracassasse de quem era a vitória?

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terça-feira, agosto 07, 2007

Este blog esteve suspenso por inesperados problemas informáticos... ou não!

Hoje vou ser ordinária... Preparados????



Pois bem... vou mesmo ter de apelar ao tema comum da Assembleia Geral do BCP... ou a guerra de comadres da Opus Dei!
A Assembleia Geral foi o equivalente a uma disputa futebolística já em morte súbita e que acaba em empate... era impossível, mas não foi!



O que mais brilhou foi a informática... o tipo que provocou aquele erro informático é o meu herói! Ou mesmo o engenheiro que não o conseguiu resolver! Ou até o administrador que supostamente foi alertado para a falha e ignorou olimpicamente os maus agoiros! Seus maganos, aposto que já garantiram tacho na microsoft!
Mas... estou muito zangada! Então a administração do banco agora quer processar o comendador Berardo (... esperem um segundo que estou a fazer a vénia à comenda... ai os meus rinses!) por ter dito que a falha foi intencional? Os portugueses não mereciam... é que à custa disto lá teremos novamente de gramar as mil entrevistas homem da guita!
Mas será que ninguém «refiusa» ouvir «the best»? será que é assim que se escreve best? Por acaso tinha ideia que levava um «a»...

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sábado, março 10, 2007

Porque gosto de veneno e não gosto do Berardo!

Miguel de Sousa Tavares destila hoje este venenosito na sua crónica... relativamente àquele que fez a publicidade do cartão de crédito que ele não quis fazer.
MST in Expresso 2007.03.10
«(...) verdadeiro momento à ironia do nosso particular capitalismo, foi ver os trabalhadores da PT transformarem em herói popular o também comendador Berardo. Eis aqui alguém que, certamente dotado de inteligência e olho para o negócio que não se contesta, nunca, todavia criou alguma coisa sua, que desse trabalho e riqueza ao país, limitando-se a entrar nas coisas criadas pelos outros, comprando e vendendo sem qualquer outra estratégia que não a do lucro pessoal; que fez uma colecção privada de pintura para cuja guarda e manutenção conseguiu 'privatizar', e de borla, o CCB; e que no caso da PT não vendeu, não porque tenha pensado no futuro dos seus trabalhadores, mas apenas porque não lhe deram o preço que queria.(...)»
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